quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Dicas para transformar o filho numa verdadeira pessoa livre e responsável


por Pensamentos Saudáveis, quinta, 15 de Setembro de 2011 às 17:33
  1. Não dê à criança tudo quanto ela queira. Desde pequena a criança deve aprender a ouvir um não. Aprendendo agora a dizer um não ao lícito, mais tarde ela saberá dizer também não ao ilícito.

  1. Aponte os erros que seu filho comete.
Quando ele se embrenha nas sendas do mal, mostre o caminho do bem.
Nos momentos de perplexidade, esclareça sua dúvida.
Ensine e ajude seu filho a escolher entre o certo e o errado, entre o bem e o mal. Ajude-o a seguir o caminho do bem abraçando sempre a verdade.

  1. Dê a seu filho também uma educação espiritual. Seu filho não é apenas corpo e sensibilidade, mas possui também uma essência não física; uma essência que precisa conhecer e amar as forças superiores da natureza.
Se ele perder a confiança no supremo, se perder o sentido da vida, se desconhecer o destino imortal do homem, se não esperar mais nada para depois da morte, só lhe resta um caminho a seguir: gozar a vida no momento presente e, para isto, irá servir-se de todos os meios, bons e maus, proibidos ou permitidos.
Um homem que não nutre esta essência é uma caricatura humana.
Um homem que não enxerga o eterno é um homem morto antes do tempo.

  1. Não confunda as Coisas…
Quando seu filho deixar espalhados pelo chão;  roupas, sapatos, livros, brinquedos, faça-o apanhá-los. Mas faça como amor, bondade e carinho e não de maneira agressiva ou irritada.
Com gritos nunca se educa uma criança. Educa-se com energia, amor, carinho, bondade e compreensão.

  1. Não brigue nem discuta na presença do filho.
Quando os pais discordarem ou se desentenderem, procurem evitar a discussão diante dos filhos. Falem e discutam a sós.
Brigas e discussões na presença dos filhos, além do mau exemplo que os pais dão, provocam na alma da criança conflitos de ordem emocional irreversíveis e muitas vezes de graves conseqüências.
A harmonia e união entre os pais revertem em benefício para os próprios filhos.

  1. Não dê a seu filho quanto dinheiro ele pedir.
Quem não se contenta com pouco, nem o muito o satisfará jamais.
O dinheiro fácil na mão do seu filho abre caminho para muitos erros, pois a riqueza mal empregada abre as portas do mal.
Seu filho deve aprender quanto custa ganhar dinheiro.
Se desde pequeno ele não sabe quanto custa o dinheiro, ele só deseja uma coisa na vida: ganhar muito dinheiro com o mínimo de esforço e gozar o máximo a vida.
Dinheiro fácil nas mãos do seu filho leva-o a confiar mais no poder da moeda do que em sua força de vontade, em sua dignidade moral e capacidade intelectual.
Faça com que seu filho mereça o dinheiro que recebe.

  1. Não satisfaça todos os desejos e caprichos do seu filho em matéria de comida, bebida e conforto.
Ele deve aprender a fazer sacrifício, a renunciar um gosto pessoal, a dizer um não a um capricho e deixar de ser voluntarioso.
O comodismo enterra todas as aspirações humanas e é o maior obstáculo do progresso.
Formar a vontade do filho não é fazer todas as suas vontades.
Forme a vontade dele para que rejeite sempre o mal e queira sempre só o bem.

  1. Quando seu filho entrar em conflito com professores, polícia, vizinhos e colegas, não tomem seu partido sem antes examinar bem o fato e ver de que lado está a razão.
Um erro é tomar sempre o partido do filho apenas por ser filho, sem procurar saber a origem do conflito e ver com quem está a razão.
É preciso ver, analisar, julgar e dar razão para quem a merece.
Não é somente o filho do vizinho que pode errar; o seu também está sujeito ao erro.
Ninguém é perfeito; seu filho também está dentro desta regra.
Seja justo e dê razão a quem tem de fato.

  1. Olhos Abertos significa atenção…
Quando ele entrar numa contenda mais séria, não o desculpe com estas palavras: “Ele sempre foi impossível; ele é assim mesmo.”
Isto fará com que seu filho permaneça no erro e abrirá caminho para faltas mais graves, pois ele sabe que pode contar sempre com a cumplicidade indulgente dos pais. A indulgência excessiva é sempre cúmplice do crime.
Seja indulgente, mas sempre dentro da ordem, da energia bondosa e da disciplina.

  1. Não faça comparações das virtudes e dotes do seu filho em relação aos outros.
Fazendo isto, você estará implantando nele o vírus da intolerância, a discriminação pessoal e social, e o menosprezo pelos demais.
Um elogio deve ser feito de maneira discreta, a sós, e com muito cuidado.
Os pais costumam rotular o filho de acordo com sua própria conveniência, e isto abre espaço para que vejam nos filhos, qualidades que muitas vezes não possuem, causando frustrações nos mesmos com o tempo.

  1. Qualquer tipo de vício é prejudicial para os adultos e muito mais às crianças.
Se tiver algum vício, lute para livrar-se dele, e o faça diante do seu filho, sempre demonstrando a ele os maléficios do mesmo e sua luta pela liberdade.
Sua criança não merece compartilhar de um capricho danoso como o seu.
Se você tem amor de fato por ele, livre-se do vício, só, e apenas desse modo, poderá lhe cobrar mais tarde com eficiência, caso ele se caia numa dessas armadilhas.
Para o filho, o exemplo de probidade dado pelo pai é mais importante do que todas as opiniões que ele vai encontrar pelo resto da sua vida.

  1. Feito tudo isso, prepare-se para uma vida de harmonia, alegrias e felicidade.
É o seu merecido destino.
Fonte: Site de Dicas – Adaptado por Alberto Filho.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Você conhece bem as necessidades dos seus filhos?

Uma professora pediu aos alunos que fizessem uma redação e nela colocassem o que gostariam que Deus fizesse por eles. 

Já em sua casa, corrigindo as redações, ela se depara com uma que a deixa muito emocionada. Neste momento, o marido entra e pergunta: 
- O que aconteceu? - Leia você mesmo! - respondeu ela. 

Era de um menino, que dizia:  

"Senhor, esta noite eu quero te pedir algo muito especial. Por favor, me transforme em um televisor. Quero ser como a TV da minha casa. Quero ter um lugar especial para mim, e reunir minha família ao meu redor. Quero ser levado a sério quando falo. Quero ser o centro das atenções, e ser escutado sem interrupções. Quero receber o mesmo cuidado especial que a TV recebe quando não funciona, e ter a companhia dos meus pais quando eles chegam em casa, mesmo que estejam cansados. E que minha mãe me procure quando estiver sozinha e aborrecida, em vez de ignorar-me. E ainda que meus irmãos "briguem" para estar comigo. Quero sentir que a minha família às vezes deixa tudo de lado pra passar alguns momentos comigo." 

Ao terminar de ler a redação, o marido comenta: - Meu Deus! Coitado desse menino. Imagine como deve ser esta família! E a professora, chorando, responde: - Essa... essa redação é do nosso filho.

*Extraído: Coluna Artigos - José Trevisan do Jornal Mais Expressão - Indaiatuba - 14/10/2011.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Dicas da Dirce: Os casais e a relação com o dinheiro

Dicas da Dirce: Os casais e a relação com o dinheiro: (Concordo com este texto e quero compartilhar com vocês.) Pesquisas mostram que 50% dos casamentos que terminam em divórcio têm...

Os casais e a relação com o dinheiro

(Concordo com este texto e quero compartilhar com vocês.)



         As divergências relacionadas ao dinheiro podem minar os sentimentos levando a destruir até mesmo o amor que existe entre o casal. As discussões entre casais por causa de dinheiro deixam sérios ressentimentos. Eu costumo dizer: “quer atingir alguém, mexa no seu bolso”, o dinheiro é um bem muito cobiçado em nossa sociedade e de vital importância para nossa sobrevivência, e, até mesmo aquele que tem menos apego ao tema não gosta de ver o seu dinheiro sendo utilizado contra seus princípios e vontades, e é justamente esse o ponto principal das divergências entre os casais.

        Por mais apaixonados que estejam cada um tende a seguir seus ideais, ou seja, cada um tem a sua formação e os seus pensamentos com relação ao dinheiro e não adianta querer impor ao seu parceiro o seu ponto de vista, mesmo que você seja o provedor do casal.

     Quando o assunto é finanças entre casais o melhor caminho a seguir é o diálogo, e para que essa conversa não seja unilateral é preciso entender porque seu companheiro pensa dessa ou daquela maneira, quais são seus objetivos pessoais, quais foram suas experiências com o dinheiro na infância e na vida antes do casamento. Casamento também é abdicação. Quando somos solteiros temos prioridades diferentes, quando casamos isso muda e se junta às do nosso companheiro.
Portanto, para que o dinheiro não seja um problema no casamento é necessário planejamento financeiro, definição das prioridades para o casal e entendimento e diálogo entre as partes.

     Agindo assim você estará no caminho certo para manter o equilíbrio e a harmonia no casamento.



Adriano Henrique Pena
Educador e Consultor Financeiro

terça-feira, 4 de outubro de 2011

VOCÊ AGE OU REAGE?

Gostei muito deste texto e quero compartilhar com você.




Um homem comprou o jornal, agradeceu cortesmente o jornaleiro, sendo que este nem se abalou.
O outro amigo comentou: “Que carinha mal educado, não acha?
E o que comprou o jornal respondeu: “Liga não, ele é sempre assim!”
Indignado o amigo indagou novamente: “Então porque continua sendo educado com ele?”
Frente a indignação do colega, respondeu: “Pq não? Por que iria eu deixar que ele decidisse como eu devo agir?”.
Refletindo sobre o descrito, pode-se concluir que o rapaz que comprou o jornal,AGE, enquanto que a maioria das pessoas REAGE.
Ele demonstrou ter senso de equilíbrio interior que falta à maioria das pessoas; ele sabe como é, o que é, como deve proceder, tem convicções próprias.
Recusa-se a retribuir incivilidade com incivilidade, porque assim já não seria senhor de sua própria conduta.
Quando a Bíblia nos recomenda que paguemos o mal com o bem, consideramos isso uma injunção moral, o que é verdade.
Mas é também uma receita psicológica para nossa saúde emocional.
Ninguém é mais infeliz que aquele que apenas reage. Seu centro de gravidade emocional não tem raízes em si mesmo, como deve ser, mas no mundo fora dele.
Sua temperatura espiritual está sempre sendo elevada ou abaixada pelo clima social que o cerca, e ele é uma simples criatura à mercê desses elementos. O elogio lhe dá uma sensação de euforia, que é falsa porque não provém de  auto-aprovação. As críticas o deprimem mais do que devem, porque confirmam sua própria opinião insegura de si mesmo. As caras feias que lhe fazem ferem-no e a mais leve suspeita de antipatia o faz amargurar-se.
A serenidade de espírito não poderá ser atingida enquanto não nos tornamos senhores de nossas próprias ações e atitudes.
Deixar que os outros determinem se devemos ser rudes ou corteses, se devemos exultar ou ficar deprimidos,
é abrir mão do controle sobre nossa própria personalidade, que, afinal, é tudo quanto possuímos.
Por: Portal Pardon

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